segunda-feira, agosto 30, 2010


Emmy 2010!

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A equipe de 'Modern Family', a melhor série de comédia ou musical, se reúne para foto com prêmios


A 62ª edição do Emmy, o Oscar da televisão americana, foi bem variada, embora algumas séries de comédia como Glee, Modern Family, Breaking Bad e filmes dramáticos como Temple Grandin tenham se sobressaído.

Na categoria melhor série de comédia, Modern Family levou a melhor. A série também conseguiu os prêmios de melhor ator coadjuvante para Eric Stonestreet e melhor roteirista para Steven Levitan e Christopher Lloyd.

Glee, apontada como favorita, premiou Jane Lynch por melhor atriz coadjuvante e Ryan Murphy pela direção do episódio piloto. Neil Patrick Harris ganhou a menção honrosa por sua participação como ator convidado, embora não tenha ganhado o Emmy de melhor ator coadjuvante por How I Met Your Mother, papel que ele se dedica há anos.

Mad Men levou o Emmy de melhor série dramática. O programa tinha recebido 17 indicações na cerimônia.

A premiação começou com bastante fôlego com uma paródia do musical Glee, estrelada também por Jimmy Fallon e Tina Fey, entre outros, mas perdeu fôlego assim que entrou na categoria de filmes para TV e reality shows, um lado americano do prêmio que só interessa para quem tem residência e assiste a programação da televisão americana.

Confira a lista completa de premiados:

Melhor ator coadjuvante de comédia ou musical
Eric Stonestreet, por 'Modern Family'

Roterista de comédia ou musical
Steven Levitan e Christopher Lloyd, por 'Modern Family'

Melhor atriz coadjuvante de comédia ou musical
Jane Lynch, por 'Glee'

Menção honrosa: atriz convidada em série de comédia
Betty White, por 'Saturday Night Live'

Menção honrosa: ator convidado em série de comédia
Neil Patrick Harris, por 'Glee'

Diretor em série de comédia
Ryan Murphy, por 'Glee'

Melhor ator em série de comédia
Jim Parsons, por 'The Big Bang Theory'

Melhor atriz em série de comédia
Edie Falco, por 'Nurse Jackie'

Melhor reality show com competição
Top Chef

Melhor reality show
Food Revolution

Melhor apresentador de reality
Jeff Probst, por 'Survivor'

Melhor roteirista de série drama
Matthew Weiner e Erin Levy por 'Mad Men'

Melhor ator coadjuvante em série drama
Aaron Paul, por 'Breaking Bad'

Melhor atriz coadjuvante em série de drama
Archie Panjabi, por 'The Good Wife'

Melhor ator em série de drama
Bryan Cranston, por 'Breaking Bad'

Melhor diretor de série de drama
Steve Shill, por 'Dexter'

Melhor atriz em série de drama
Kyra Sedgwick, por 'The Closer'

Programa de comédia, música ou variedades
'The Daily Show with John Stewart'

Melhor atriz coadjuvante de filme ou minissérie para TV
Julia Ormond, por 'Temple Grandin'

Melhor ator coadjuvante de filme ou minissérie para TV
David Strathairn, por 'Temple Grandin'

Melhor roteirista de filme ou minissérie para TV
Adam Mazer, por 'You Don´t Know Jack'

Melhor atriz de filme ou minissérie para TV
Claire Danes, por 'Temple Grandin'

Melhor diretor de filme ou minissérie para TV
Mick Jackson, por 'Temple Grandin'

Melhor ator de filme ou minissérie para TV
Al Pacino, por 'You Don´t Know Jack'

Melhor minissérie
'The Pacific'

Melhor filme para TV
'Temple Grandin'

Melhor série drama
'Mad Men'

Melhor série de comédia
'Modern Family'


Fonte: Terra diversão

sexta-feira, agosto 27, 2010


Mc Dia Feliz 2010!

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Todo último sábado de agosto acontece a maior campanha de arrecadação e mobilização da sociedade em prol do combate ao câncer infantojuvenil no Brasil, o McDia Feliz. A campanha, que é coordenada pelo Instituto Ronald McDonald, é um sucesso graças à mobilização de cerca de 30 mil voluntários que incentivam a sociedade a abraçar a causa da luta contra o câncer.

O McDia Feliz é o dia de maior movimento no ano nos restaurantes McDonald’s. Em 2009, apenas no dia 29 de agosto, foram vendidos mais de 1,3 milhão sanduíches Big Mac em todo em todo o país, o que contribuiu para a arrecadação recorde de R$ 11,7 milhões para as instituições participantes.

Então amanhã, dia 28 e último sábado de agosto, é dia de todo mundo comer Big Mac, por uma boa causa!

Aproveite e assista ao lindo vídeo feito pela instituição para divulgar essa campanha.



Fonte: Site do Brasilia Shopping

sábado, agosto 21, 2010


Assassinados?!

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O explícito ensaio fotográfico de Erim Olaf foi o ponto de partida para algumas perguntas. Essas pessoas todas, que já estão mortas, foram assassinadas? Algumas claramente sim, outras ainda pairam suspeitas. E há as perguntas: Se foram realmente assassinadas, por quem? Por que? E o que há por trás disso? Aqui alguns casos onde essas pessoas, se não sofreram em vida, certamente sofreram durante a morte. E quem sabe o que há depois disso?

Imperatriz Sissi da Áustria


Isabel da Baviera (nome de batismo: Elizabeth Amalie Eugenie von Österreich-Ungarn; Munique, 24 de dezembro de 1837 -- Genebra, 10 de setembro de 1898), depois de Isabel da Áustria, foi a imperatriz consorte da Áustria e a rainha consorte da Hungria devido ao seu casamento com o imperador Francisco José I. Era conhecida como Sissi d'Áustria e Hungria.

Em 10 de setembro de 1898, em Genebra, Suíça, no passeio público em frente do hotel Beau Rivage, no lago de Genebra, um corvo sobrevoa Elizabeth von Österreich-U
ngarn, que estava sentada num banco da praça local junto com uma amiga. Contam os cronistas da época que a expressão do seu rosto parecia prever a tragédia que estava prestes a alcança-la.

Sissi foi assassinada por um anarquista italiano, Luigi Lucheni. Inicialmente, o anarquistas não tinha intenção de assassinar a imperatriz, mais sim qualquer pers
onalidade que se encontrasse na cidade. Irritou-se quando soube que o príncipe d'Orleans, herdeiro do trono da França - o alvo perfeito - havia saído de Genebra na véspera.

Foi um amigo, Giuseppe Abis della Clara, que informou a Lucheni da chegada
da imperatriz a Genebra, fato que só seria noticiado pela impressa no dia seguinte pois ela viajava incógnita. Diante da possibilidade de atingir um alvo ainda mais importante do que imaginara, o anarquista italiano alterou seus planos. Na manhã do dia 10, após sair do hot el Beau Rivage em que estava hospedada, a caminho de uma embarcação para atravessar o lago de Genebra, Sissi foi abordada por Luigi que a golpeou com um fino estilete em forma de agulha no coração.

A imperatriz caiu, mais ainda assim conseguiu levantar-se aparentemente sem sentir dor alguma. Sem perceber a gravidade do golpe que sofrera, apressou-se junto a sua acompanhante para não perder o barco. Isabel da Áustria desmaiou a bord
o, o barco retornou ao cais e ela foi levada ao hotel onde morreu naquela tarde.

"Povo suíço, suas montanhas são maravilhosas e seus relógios, pontuais. Porém como é perigoso para nós a sua vingança de assassínio do rei". Essas poucas linhas, escritas por Elizabeth em
1880, mostrava o medo que ela tinha de viver num país que se tornou também refúgio para um grande número de anarquistas e revolucionários. Ao ler sua biografia, o estudioso interessado descobre facilmente que, nos últimos anos de vida, Sissi parecia ter perdido um pouco do medo.

Porém a tristeza que ela vivia era como um convite impaciente à chegada da morte. Pouco antes do assassinato, ela chegou a dispensar todos os guarda-costas, apesar das recomendações
insistentes da policia helvética.

"Cheguei em Territet às três da tarde com o trem Nizza, acompa
nhada por oito empregados e 42 malas". Essa frase foi registrada por Sissi no seu diário em 20 de fevereiro de 1893. Em meio a uma grande crise conjugal depois de flagrar o seu marido, o imperador Franz-Josef, nos braços de uma condessa, Sissi seguiu os conselhos do médico da corte e partiu em viagem. Ela iniciou uma grande odisseia através da Europa, passando por Zurique, Lurcena, Genebra, antes de chegar no hotel dos Alpes, Territet, pequena localidade às bordas d o lago de Genebra, local onde foi assassinada.

Seu corpo está sepultado na Cripta Real dos Habsburgo na Igreja dos Capuchinhos, em Viena, ao lado do filho e do marido.


Princess Diana Of Wales


Diana, Princesa de Gales (nascida Diana Frances Spencer; Sandringham, 1 de julho de 1961 -- Paris, 31 de agosto de 1997) foi a primeira esposa de Charles, Príncipe de Gales, filho mais velho e herdeiro aparente da Rainha Elizabeth II. Seus dois filhos, os príncipes William e Harry, são respectivamente o segundo e o terceiro na linha de sucessão aos tronos do Reino Unido, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia.

Após o seu casamento com o Príncipe de Gales em 1981, Lady Di tornou-se uma das mulheres mais famosas do mundo: um ícone da moda, um ideal de beleza e elegân
cia feminina, admirada por seu trabalho de caridade, em especial por seu envolvimento no com bate à AIDS e na campanha internacional contra as minas terrestres.

O casamento foi inicialmente feliz, mais terminou em 1996, após vários escândalos tanto por parte de Charles como de Diana.


Em 31 de agosto de 1997, Diana morreu num acidente automobilistico no túnel da Ponte de l`Alma, em Paris, França, perseguida por sete paparazzi.

Diana estava jantando com Dodi Al-Fayed em um restaurante quando começou a perseguição por parte dos paparazzi. No carro, Diana estava acompanhada de Dodi Al-Fayed e o motorista Henri Paul. A Mercedes-Benz S280 sedan deles bateu fortemente no 13º pilar do túnel. Como não havia barras metálicas entre os pilares, uma pequena mudança na direção do veículo poderia facilmente resultar numa colisão frontal.


O guarda-costa de Fayed, Trevor Rees-Jones, era o mais próximo do ponto de impacto e foi o único sobrevivente do acidente. Trevor também era o único ocup
ante do carro que estava utilizando o cinto de segurança - o que não é comum, pois guarda-costas precisam de livre movimento para proteger profissionalmente alguém. Rees-Jones, depois de meses em coma no hospital, disse que não tinha lembranças do acidente.

Henri Paul e Dodi Al-Fayed morreram imediatamente e Diana - sentada no banco de trás - resalvou-se brutalmente durante o impacto e bateu no banco à sua frente, causando uma hemorragia interna e quebra de ossos (bacia e braço). Diana foi transportada para o Hospital Pitié-Salpêtriére, onde, apesar de inúmeras tentativas de reanima
ção cardiorrespiratória, ela morreu as 4 da madrugada. Seu funeral, em 6 de setembro de 197, foi assistido por aproximadamente dois bilhões de pessoas em todo o mundo.

A morte de Diana tem sido matéria de difundidas teorias de conspiração, apoiadas por Mohamed Al-Fayed, cujo filho Dodi morreu no acidente. Tais teorias foram r
ejeitadas pelos investigadores franceses e oficiais britânicos, que relataram que Henri Paul, o motorista do automovel, estava sobre o efeito de bebida e drogas. Em 2004, as autoridades ordenaram um inquérito independente por Lord Steven, um ex-chefe da Metropolitan Police Service. Lord Stevens disse que o caso era "mais complexo do que pensava" e declarou ter conseguido novas evidencias forences. As autoridades francesas também decidiram reabrir o caso.

Mohamed Al-Fayed acusa serviços secretos americanos e britânicos de assassinato. Em 21 de agosto de 2001, o chefe de segurança de Mohamed Al-Fayed, deu uma conferência de imprensa em Washington, no quarto aniversário de morte de princesa Diana
. Apresentou alguns videos.

Em um, o homem de negócios egípcio, que possuí o hotel Ritz e
m Paris e a loja Harrods em Londres, acusa a CIA/NSA/MI6 de assassinar seu filho Dodi e a princesa Diana. Em outro vídeo, Richard Tomlinson detalha explicitamente a conexão entre o plano para assassinar Milosevic em Genebra em 1992 e a morte de Diana em Paris.

A propósito, no mesmo dia, o tribunal da Haia acusa Milosevic de genocídio, enquanto assegura que ele não tenha nenhuma possibilidade de usar o microfone. Assim a agência AP o relato, a 30 de agosto de 2001: Mohamed Al-Fayed, numa apresentação de video para a imprensa em Washington disse "não ter nenhuma dúvida que as mortes eram um resultado de assassinato com racismo por trás". Adicionou que o corpo de Diana foi embalsamado horas depois de sua morte para impedir testes forênsicos apropriados na Grã Bretanha.

A investigação de um magistrado francês responsabilizou o motorista Henri Paul pelo acidente por bebedeira. Mohamed Al-Fayed alegou que o motorista, que morreu também, pertencia aos serviços secretos britânicos. O ex-agente britânico Richard Tomlinson, cujo livro sobre o MI6 foi proibido na Grã Bretanha, sustentou estas alegações nas apresentações de video. Mas investigadores franceses tinham há muito tempo concluído que Henri Paul não tinha nenhum laço a agências secretas inglesas.


Poppaea Sabina


Popeia Sabina (em latim Poppaea Sabina; c. 31 - 65) foi a segunda esposa do imperador romano Nero.

Popeia era filha de Tito Ólio e de Popeia Sabina. O seu pai era oriundo da religião do Picenum, tendo falecido no mesmo ano em que Popeia nasceu. Popeia não recebeu o nome do pai, como era o costume, mais o do seu avô materno, Popeu Sabino, que foi cônsul em 9 d.C.

Em 44, Popeia casou pela primeira vez com Rúfio Crispino, prefeito a guarda pretoriana no tempo do imperador Cláudio, com o qual teve um filho. Rúfio alcançou esta posição graças à esposa de Cláudio, Messalina, que alimentava uma rivalidade com a mãe de Popeia. Quando Messalina foi substituída por Agripina como nova esposa de Cláudio, Rúfio foi substituido no cargo. Entretanto, Popeia tomou como amante o senador Marco Sálvio Otão, que seria durante alguns meses do ano de 69 imperador romano.

Popeia divorciou-se de Crispino em 58, tendo casado com Otão, amigo do novo imperador romano, Nero. Otão foi nomeado governador da província da Lusitânia, e Popeia tornou-se amante de Nero, de quem engravidou. Insatisfeita com este estatuto, Popeia ameaçou terminar a relação caso Nero não se divorciasse da sua esposa Cláudia Octávia, o que este fez em 62, casando alguns dias depois com Popeia. O divórcio foi justificado com base na esterilidade de Cláudia, que acabaria por ser exilada para a Campânia e depois para a ilha de Pandataria.
Em janeiro de 63 Popeia deu à luz uma menina, Cláudia, que morreu alguns meses depois do nascimento. Apesar disso, quer a menina, quer Popeia, receberam o título de Augusta.

Popeia, descrita pelo historiador Flávio Josefo como uma mulher religiosa, aparentemente simpatizava com os judeus. Flavio Josefo visitou Roma em 64 enquadrado numa missão diplomática cujo objetivo era libertar sacerdotes judaicos detidos. Graças à intervenção de Pompeia, a missão de Josefo revelou-se um sucesso.

Em 65, Pompeia engravidou novamente, mais em resultado de um golpe no ventre dado por Nero num momento de fúria, faleceu. Nero sentiu remorsos pelo ato cometido e em vez de cremar o copo da esposa, conforme a prática romana, ordenou que este fosse embalsamado e colocado no mausoléu do clã juliano. Nero viria ainda a ordenar a morte do primeiro marido de Popeia, supostamente envolvido em uma conspiração, bem como do filho resultante da união (que foi afogado).



Marie Antoinette


Maria Antoniea Josefa de Habsburgo-Lorena (em francês: Marie Antoinette Josèphe Joanne de Habsbourg-Lorraine; Viena, 2 de novembro de 1755 - Paris, 16 de outubro de 1793), arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França de 1774 até a Revolução Francesa, em 1789.

Maria Antonieta era filha mais nova de Maria Teresa de Habsburgo e Francisco Estêvão de Lorena, respectivamente, imperadora e imperador do Sacro Império Romano-Germânico. Casou-se em 1770, aos 14 anos de idade, com o delfim francês Luís Augusto de Bourbon, que, em 1774, tornou-se rei da França, com o nome de Luís XVI. Maria Antonieta era tia-avó da primeira imperatriz do Brasil Maria Leopoldina da Áustria.

O Declínio
Atribuiu-se a Maria Antonieta, uma famosa frase: "Se não têm pão, que comam brioches", que teria sido proferida a uma de suas camareiras certa vez que um grupo de pobres foi ao palácio pedir pão para comer. No entanto, é concenso entre os historiadores que a rainha nunca disse a frase, que acabou sendo usada contra ela na Revolução Francesa. Há versão dizendo que essa frase teria sido dita na mesma época por Madame Sofia, cunhada de Maria Antonieta, quando seu irmão Luís de Bourbon foi cercado por multidão que pedia "pão". Outra versão é que a frase é de um livro de Voltaire. Os registros históricos mostraram, claramente, que, na época de sua coroação, Maria Antonieta se angustiava com a situação dos pobres. Em uma de suas cartas à mãe, ela chega a comentar o alto preço do pão. Diz, também, o seguinte: "Tendo visto as pessoas nos tratarem tão bem, apesar de suas desgraças, estamos ainda mais obrigados a trabalhar pela felicidade deles".

A Revolução Francesa
Em 1789, a família real foi detida no palácio de Versailles e levada pelos revolucionários para o Palácio das Tulherias. Ficou ai detida com seu marido e filhos, até que, em 1792, com o auxílio do conde Axel Fersen, foi tentada uma fuga, mais foram reconhecidos e detidos quando passavam em Varennes. Esse episódio ficou conhecido como a "Noite de Varennes".
Durante a revolução, os seus inimigos alegavam que ela recusava as possibilidades de acordo com os moderados, procurando que o rei favorecesse os extremistas para inflamar mais a batalha. Depois da fuga e prisão em Varennes, alegavam também que ela procurava romper um conflito bélico entre França e Áustria, esperando a derrota francesa.
Durante o processo de Luis XVI, ele foi chamado de Luís Capeto, sobrenome de seus ancestrais e não o seu. A condenação era evidente e ele foi guilhotinado em janeiro de 1793.

Julgamento e morte
Maria Antonieta sentou-se sobre um assento de madeira. Dois meses de Conciergerie haviam feito daquela rainha de 38 anos uma velha. Seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar, com hemorragia e os seus cabelos loiros ficaram brancos. O presidente procedeu o interrogatório. Quando lhe foi perguntado seu nome, a acusada respondeu, em voz alta e clara: "Maria Antonieta da Áustria e da Lorena, trinta e oito anos, viúva do rei da França."

As perguntas sucederam-se de modo desordenado, algumas sem a menor importância. De repente, houve o testemunho sensacional de um sapateiro, um certo Simon: Maria Antonieta, durante seu cativeiro, teria submetido seu jovem filho a atos incestuosos. A acusada ficou pálida e visivelmente emocionada: "A natureza se recusa a permitir tal acusação feita a uma mãe", gritou ela: "Eu apelo a todas as mães que porventura aqui estiverem". Esse tom sofrido produziu sobre todos uma forte impressão. As pessoas recusaram-se a acreditar em tamanha monstruosidade.

Em seguida, foi a vez das testemunhas. Quarenta e uma pessoas desfilaram por ali, sem fazer qualquer contribuição util ao processo. No interrogatório, ela foi acusada de ser instigadora da Guerra Civil. Depois veio a defesa e, então, Maria Antonieta foi condenada à morte e foi guilhotinada no dia 16 de outubro de 1793, em Paris, na praça, hoje denominada, "Place de La Concorde". Ela foi ao suplício numa gaiola (Luis XVI teve um carrossel). Seu corpo com a cabeça cortada foi levado sem cerimoniais para o cemitério da rue d'Anjou, onde Luis XVI fora enerrado nove meses e meio antes.

Preservação da memória
Quando ocorreu a restauração da monarquia na França, após a derrota de Napoleão, o Rei Luis XVIII transferiu seus restos mortais para Basílica de Saint-Denis, perto de Paris, local de sepultura dos reis franceses. Por ordem dele foram erigidas duas capelas: a primeira, na Praça Luis XVI, foi progetada como um mausoléu e marcou o lugar onde os restos mortais de Luis XVI e Mara Antonieta foram originalmente enterrados. A segunda capela é a cela de Maria Antonieta na Conciergerie, onde, na parede estão escritos os nomes dos três mártires reais: Luis XVI, Maria Antonieta Madame Isabel.

Há também a transcrição de um trecho do testamento de Maria Antonieta, no qual ela lenbra aos filhos o que disse seu esposo Luis XVI, sobre perdoar a todos pelo mal que fizeram à sua familia.

O Testamento
Um, carta de Maria Antonieta à ua irmã, escrita na Conciergerie, é considerada seu testamento. Nela, a Rainha diz:

"Eu fui educada na religião católica, apostólica e romana, naqueles de meus pais, e nela eu cresci e sempre professei; não tendo (agora) nenhuma consolação espiritual a esperar, não sabendo se existem aqui (na França) ainda padres desta religiãomesmo (se existisse ainda padres) o lugar (a prisão) onde eu estou os exporia muito a riscos, se eles me falassem, ainda que fosse só uma vez; Eu peço sinceramente perdão a Deus por todas as faltas que eu cometi desde que nasci. Eu peço perdão a todos aqueles que conheço, e a Vós, minha irmã, em particular, de todos os sofrimentos que, sem o querer, poderia lhe ter causado; eu perdoô a todos os meus inimigos pelo mal que me têm feito. Adeus! Minha boa e terna irmã. Possa esta carta chegar até você. Pense smepre em mim. Eu te abraço de todo o meu coração, assim como minhas pobres e queridas crianças, Meu Deus! Quanto me corta o coração deixá-los para sempre!


Ludwing Van Beethoven


Está provado: o compositor Ludwing Van Beethoven foi mesmo intoxicado por chumbo. A conclusão é do Centro de Estudos Beethovianos da Universidade da Califórnia, nos EUA. Na década de 1990, uma análise do cabelo do músico já havia revelado indicios de contaminação pelo metal. Os novos exames, feitos com base em fragmentos do crânio do compositor, são definitivos e provam que a contaminação se deu por pelo menos 20 anos.

Beethoven morreu em 1827, aos 56 anos, vítima de doença hepática. Os pesquisadores americanos ainda não sabem se sua morte foi causada exclusivamente pela exposição ao metal nem a causa exata da intoxicação. "Suspeito que ela tenha sido causada pelos canos de chumbo usados nas casas", diz o diretor do Centro de Estudos, William Meredith. No século 19, as tubulações eram revertidas com o material para evitar a ferrugem, que deixava gosto na água. Para Meredith, partículas de chumbo podem ter se soltado. Outra hipótese para a contaminação é por meio de recipientes cerâmica que acondicionavam vinho.

Segundo o químico John Emsley, autor de The Elements of Murder ("Os elementos do assassinato", inédito em português), os potes costumavam ser revertidos com verniz feito à base de chumbo. O produto reagia com o vinho produzindo acetato de chumbo - que acabava ingerido com a bebida. Há suspeitas - não confirmadas - de que a substância tenha sido a causa da perda de audição de Beethoven e ainda de sua expressão sempre séria.

O Assassinato de Kennedy


O assassinato de John F. Kennedy (1917-1963), o 35º Presidente dos Estados Unidos, ocorreu numa sexta-feira, 22 de novembro de 1963, em Dallas, Texas, EUA, às 12:30. Kennedy foi mortalmente ferido por disparos enquanto circulava no automóvel presidencial na Praça Dealey. Foi o quarto presidente dos Estados Unidos a ser assassinado e o oitavo que morreu no exercício do cargo.

Duas investigações oficiais concluíram que Lee Harvey Oswald, um empregado do armazém Texas School Book Depository na Praça Dealey, foi o assassino. Uma delas concluiu que Oswald atuou sozinho e outra sugeriu que atuou com pelo menos um cúmplice. O assassinato sempre esteve sujeito a especulações e dúvidas, sendo origem de um grande número de teorias de conspirações.

O Assassinato
Às 12:30 entra na Praça Dealey e avança pela rua Houston, e nesse momento leva 6 minutos de atraso. Na esquina das ruas Houston e Elm, a comitiva deve realizar uma volta de 120º para a esquerda, o que obriga à redução da velocidade da limousine. Depois de passar Elm Street, fica frente ao edifício do armazém de livros escolares do Texas, a uma distância de 20 metros.

Logo a seguir a passar o armazém, ouviu-se o primeiro disparo dos três que alegadamente faria Lee Harvey Oswald. Calcula-se que nesse momento a comitiva ia a uma velocidade de 15 km/h. A Comissão Warren concluiu posteriormente que um dos três disparos não atingiu o automóvel. Quase todos estão de acordo que Kennedy recebeu dois disparos e que o terceiro disparo, que o atingiu na cabeça, foi mortal.

O primeiro disparo foi desviado por uma árvore e fez ricochete no cimento, chegando a ferir a testemunha James Tague. 3,5 segundos depois, dá-se o segundo disparo, que chega a Kennedy por trás e sai pela sua garganta, ferindo também o governador do Texas, John Connally. O presidente deixa de saudar o público e a sua esposa o encosta no assento. O terceiro disparo ocorre 8,4 segundos depois do primeiro disparo, precisamente quando o automóvel passava em frente da pérgula John Neely Bryan. Quando o terceiro disparo atingiu a cabeça de Kennedy, Jacqueline Kennedy reagiu soltando para a parte traseira do veículo. Clint Hill, agente dos serviços secretos, conseguiu alcançar o porta-malas do carro, na tentativa de ajudar o presidente. Lee Harvey Oswald usou uma espingarda Mannlicher de fabricação italiana, com mira telescópica e mecanismo manual.

A Autópsia
Depois da chegada do avião presidencial à Base Aérea de Andrews, nos arredores de Washington DC, o corpo de Kennedy foi transladado para o Hospital Naval de Bethesda para autópsia. A autópsia foi realizada por três médicos da Marinha com 30 oficiais militares como testemunhas.

Dois agentes reformados do FBI que estavam presentes declararam que Kennedy tinha uma grande ferida no lado direito da cabeça, outra de aproximadamente 14 cm acima do lado direito da coluna, e uma terceira ferida no lado anterior da garganta perto do limite inferior do pomo de Adão.

Caius Iulius Caesar



Caio Júlio César (em latim: Caius ou Gaius Iulius Caesar ou IMP•C•IVLIVS•CÆSAR•DIVVS; 13 de julho, 100 a.C. - 15 de março de 44 a.C.), foi um líder militar e político romano. Desempenhou um papel crítico na transformação da República Romana no Império Romano.

As suas conquistas na Gália estenderam o domínio romano até o oceano Atlântico: um feito de consequências dramáticas na história da Europa. No fim da vida, lutou numa guerra civil com a facção conservadora do senado romano, cujo líder era Pompeu. Depois da derrota dos optimates, tornou-se ditador (no conceito romano do termo) vitalício e iniciou uma série de reformas administrativas e econômicas em Roma.


César foi assassinado numa reunião do senado, nos Idos de Março (15 de Março) de 44 a.C. por um grupo de senadores, que acreditavam agir em defesa da República. Entre eles contavam-se os seus antigos protegidos Marco Júnio Bruto e Caio Longino Cássio. O feito, travou o seu trabalho e abriu caminho a uma instabilidade política que viria a culminar no fim da República e início do Império Romano.


César caiu aos pés de uma estátua de Pompeu e as suas últimas palavras são descritas em várias versões:


Kai su, teknon? (em grago, "tu também, meu filho?")

Tu quoque, Brute, filii mei! (em latim, "Tu também, Bruto, meu filho!")
Et tu, Brute? (em latim, "Até tu, Bruto?", versão imortalizada na peça de Shakespeare)

Segundo Suetónio, em "A Vida dos Doze Césares", César, ao ser golpeado, não pronunciou frase alguma. A lenda reporta um aviso feito por Calpurnia Pisonis, a mulher de César, depois de ter sonhado com um presságio terrível, mas César ignorou-a dizendo Só se deve temer o próprio medo. Depois da morte de César, rebentou uma luta pelo poder entre o seu sobrinho-neto Caio Otávio (posteriormente conhecido como Augusto), adotado no testamento, e Marco António, que haveria de resultar na queda da República e na fundação do Império Romano.


Czarina Alexandra Feodorovna



Alexandra de Hesse (nome completo: Vitória Alice Helena Luísa Beatriz de Hesse; Hesse-Darmstadt, 6 de junho de 1872 - Ekatimburgo, 17 de julho de 1918) era filha de Luís IV, Grão-duque de Hesse e da Princesa Alice do Reino Unido. Mulher de invulgar beleza, foi a última czarina da Rússia. Em 1894 casou-se o seu futuro czar Nicolau II da Rússia, adotando o nome de Alexandra Feodorovna.

O casamento realizou-se na capela do Palácio de Inverno em São Petersburgo no dia 26 de novembro de 1894. Foi um casamento vitoriano, sereno e próprio por fora, mas baseado num amor físico intenso e apaixonante. A irmã mais velha de Alexandra, Ella, passou também a ser a sua tia por casamento. De fato, ela, tal como Nicolau, era prima direta do rei Jorge V do Reino Unido. Além do rei da Inglaterra, Nicolau era também primo direto do rei Cristiano X da Dinamarca, do rei Constantino I da Grécia e do Rei Haakon VII da Noruega.

Alexandra Feodorovna tornou-se Imperatriz da Rússia
no dia do casamento, no entanto a coroação oficial decorreu apenas no dia14 de maio de 1896 no interior do Kremlin de Moscow.

Vida na Corte Russa
Alexandra era odiada na corte
e pelo povo russo. Quando apareceu pela primeira vez, era calada, de aparência fria, arrogante e indiferente. Ficou magoada pela sua recepção muito pouco entusiasta e afirmou estar cansada da perda de morais e etiqueta da corte russa. Alexandra era chamada de petulante e aborrecida, provincial, enfastiante e convencida. E tanto a nova Imperatriz como a Corte viviam em constante atrito.

Alexandra fez poucas tentativas para formar laços de amizade com os outros membros da grande família Romanov
e, regra geral, frequentava o menor número de ocasiões da corte possível. A Imperatriz era comparada negativamente em relação à mãe do Czar, Maria Feodorovna, filha do rei Cristiano IX da Dinamarca e irmã mais nova da Princesa de Gales.

Na Rússia
, Maria Feodorovna, ofuscava a sua nora, ao contrário do que acontecia na maioria das cortes européias. A atitude teimosa de Alexandra não lhe permitia que aprendesse nada com a sua experiente sogra, que a poderia ter ajudado muito. Maria Feodorovna tinha vivido na Rússia durante 17 anos antes de subir ao trono enquanto que Alexandra tinha passado pouco mais de um mês no país antes de se casar. A tia da czarina, disse numa carta à Rainha Vitória que "a Alice (Alexandra) é muito autoritária e insiste em ter tudo feito à maneira dela. Ela nunca vai conseguir manejar nem um pouco do poder que ela acha que tem…"

Quase um ano depois do seu casamento, Alexandra deu à luz a primeira filha do casal, uma menina chamada Olga
que nasceu no dia 15 de novembro de 1895. Olga não poderia subir ao trono devido às leis paulistas implementadas pelo czar Paulo I. Olga foi motivo de alegria para os seus próprios pais que chegaram mesmo a afirmar que preferiram ter uma menina porque, se tivessem tido um rapaz, ele pertenceria ao povo russo e, assim, tinham a sua filha só para eles.

Nicolau e Alexandra tiveram cinco filhos:
Grã-duquesa Olga Nikolaevna Romanova, Grã-duquesa Tatiana Nikolaevna Romanova, Grã-duquesa Maria Nikolaevna Romanova, Grã-duquesa Anastásia Nikolaevna Romanova e Grão-duque Czarevich Alexei Nikolaevich Romanov.


Por vezes, Alexandra tinha dificuldades com a sua filha mais velha, era muito mais próxima da sua segunda filha, Tatiana. Tanto em público como em privado, Tatiana rodeava a sua mãe de atenção. Se um favor era necessário, todas as crianças imperiais concordavam que "A Tatiana tem de pedi-lo." Durante os últimos meses da família, Tatiana ajudava a sua mãe a mudar-se de lugar para lugar, passeava-a pela casa na sua cadeira-de-rodas e tentava animá-la.


Quando eram crianças, Alexandra vestia as suas filhas aos pares, as duas mais velhas e as duas mais novas usavam vestidos iguais. Quando Olga e Tatiana cresceram, começaram a ter mais protagonismo em aparições públicas. Apesar de, em privado, tratarem os pais por "Mamã" e "Papá", em público, os seus filhos tratavam-nos por "Imperador" e "Imperatriz."
Nicolau e Alexandra entenderam que as suas filhas mais velhas deveriam fazer as suas apresentações à sociedade em 1914
quando Olga tinha 19 e Tatiana 17 anos, mas o rebentar da Primeira Guerra Mundial estragou os planos. Em 1917, as quatro irmãs tinham florescido e tornado em jovens mulheres cujos talentos e personalidades, como o destino decretou, nunca seriam totalmente reveladas.

Alexandra adorava as suas filhas, no entanto, a Czarina centrava todas as suas atenções no único rapaz da família, Alexei.


Alexei nasceu durante o ponto alto da Guerra Russo-Japonesa, dia 12 de agosto de 1904
. O Czarevich era herdeiro aparente ao trono russo, e Alexandra tinha cumprido o seu papel mais importante como czarina, dando à luz um filho.

A principio, o bebê parecia saudável e normal, mas com apenas algumas semanas, tornou-se evidente que, quando ele caia ou chocava contra qualquer coisa, as suas nódoas não saravam e o seu sangue demorava muito tempo a estancar. Cedo se descobriu que Alexei sofria de Hemofilia
, que apenas poderia ter sido transmitido pelo lado da família materno. Alexandra tinha perdido um irmão, Frederico, com esta doença, bem como um tio, o Príncipe Leopoldo, Duque de Albany.

Tendo de viver com o conhecimento de que lhe tinha transmitido a doença sanguínea, Alexandra vivia obcecada com a ideia de proteger o filho e mantinha sempre um olho em cima dele o tempo todo, consultando um grande número de médicos até se virar para misticismo com Rasputine
, um monge siberiano que, segundo alguns relatos, conseguia curar o czarevich durante as suas crises. Alexandra mimava o seu filho e deixava que ele fizesse tudo o que quisesse. Parecia que lhe prestava mais atenção a ele do que a qualquer uma das suas quatro filhas.

Assassinato
A Sexta-Feira, dia 16 de Julho de 1918
, amanheceu quente e poeirenta. O dia decorreu normalmente para a família. Às quatro da tarde, Nicolau e as suas filhas deram o seu passeio habitual no jardim. Ao final da tarde, Yurovsky mandou embora o ajudante de cozinha Leonid Sedinev de 15 anos, afirmando que um tio o queria ver. Às 7 horas, Yurovsky convocou todos os homens da Tcheca ao seu quarto e ordenou-lhes a recolher todos os revolveres dos guardas que se encontravam do lado de fora. Com 12 armas em cima da mesa, ele disse, "Esta noite vamos matar a família inteira. Todos eles."

O Czar e Czarina e toda a sua família, incluindo Alexei, gravemente doente, bem como alguns servos leais, foram executados pelos bolcheviques
na cave da Casa Ipatiev na madrugada de 17 de julho de 1918. Pouco antes da execução, Alexandra queixou-se do fato de não ter cadeiras onde se sentar e o seu pedido foi satisfeito prontamente quando um guarda lhe trouxe duas. Alguns minutos depois, um grupo de guardas, cada um deles escondendo um revolver, entrou na sala. O seu líder, Yurovsky, leu casualmente a sentença, "Os vossos parentes tentaram salvar-vos. Eles falharam e agora temos de vos matar." Nicolau levantou-se da sua cadeira e teve apenas tempo de perguntar, "O quê?" antes de ser baleado na cabeça.

Alexandra assistiu à morte do marido e de dois servos antes do comissário Peter Ermakov a matar com uma bala que perfurou o lado direito da sua cabeça antes de a permitir fazer o sinal da cruz. Ermakov, bêbado, apunhalou o seu cadáver e o do seu marido, partindo-lhes várias costelas. Alexandra estava deitada junto ao seu marido Nicolau, banhada numa poça de sangue. Alexandra Feodorovna morreu aos 46 anos de idade.



Matéria feita pelo blog Jane Entre Linhas.
Adaptações e pequenas correções feitas por mim, Brenda Dawson.

sexta-feira, agosto 20, 2010


Brasil ocupa posição número 48 em ranking dos melhores países do mundo

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O Brasil ficou em 48º lugar na lista dos melhores países do mundo realizada pela revista NewsWeek. A Finlândia ficou em primeiro lugar, seguida pela Suíça, Suécia e Austrália.
Na comeparação com os vizinhos da América Latina, o Brasil está em nono lugar, a frente de países como a Colômbia (62º), Paraguai (68º) e Venezuela (71º), mais perdendo para a Argentina (46º), México (45º) e Chile (30º).
Já entre os BRICs, o grupo de países emergentes, o Brasil lidera, ultrapassando a Rússia (51º), China (59º) e Índia (78º).
Para elaborar o ranking, a revista explica que tentou respnder á pergunta: "Se você fosse nascer hoje, qual país ofereceria as melhores oportunidades para viver com saúde, segurança e prosperidade?" Por meio de pesquisas de várias consultorias, foram escolhidos cinco critérios para a lista: educação, saúde, qualidade de vida, competitividade econômica e ambiente político.

Líderes


O presidente Luíz Inácio Lula da Silva é citado entre os princiapsi líderes no ranking da Newsweek. Embora já se prepare para deixar o cargo, a revista diz que ele "ainda possui o status de estrela do rock" em seu país e do "tapete vermelho" no exterior.
Sob o governo de Lula, o país emergiu de um país do mundo em desenvolvimento crônico para uma potência emergente. "Com a economia estável, bíocombustiveis, novos campos de petróleo e crescimento da classe média, o Brasil parece hoje ter tudo", destaca a pesquisa.
Apesar de criticado pelo envolvimento demagógico em casoso como o de Hugo Chavéz e Mahmoud Ahmadinejad, "ele continua pragmático e seguro o suficiente para não arriscar o país em uma aventura populista. Como resultado, o Brasil cresceu em seu tempo e, na política, é isso que importa".

Fonte: MSN Dinheiro

quarta-feira, agosto 18, 2010


Feliz aniversário, Frances Bean Cobain!

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Com seus grandes olhos azuis e pele pálida, Frances Bean Cobain parece ser a mistura perfeita de seu pai com sua mãe.

No entanto, a filha de Kurt Cobain, que cometeu suicídio em 1994, e da perturbada companheira Courtney Love, é muito ela mesma e insiste: "Eu não sou meus pais".

A adolescente completa 18 anos hoje, dando o primeiro passo para sua vida adulta e ganhará o acesso a um fundo que inclui 37% das propriedades de seu falecido pai. Isso a tornará uma jovem mulher muito rica, de fato.

Bem sucedido na vida, os ganhos de Kurt dispararam desde sua trágica morte. Em 2006, ele deixou Elvis Presley em segundo lugar como celebridades mortas mais bem pagas do mundo, ganhando £26 milhões.

No entanto, você tem que saber como sua famosa mãe caótica, a outra principal beneficiada dos milhões de Kurt, vai escolher marcar o aniversário de sua única filha . Um cartão de aniversário, talvez, ou uma bolsa Hermes Birkin como a que ela deu para Frances no seu aniversário de 15 anos? Ou talvez apenas uma mensagem no Facebook para o mundo todo ver? Depois que Love perdeu publicamente a guarda de Frances em Dezembro passado, ela atacou a filha em uma série de posts em redes sociais. Em uma delas, Courtney escreveu: "Eu odeio soar fria mais qualquer criança minha que puxa essa merda perdeu sua posição... ela foi enganosa, ela mentiu e ela esta mentindo para si mesma... minha filha nem sempre é honesta." Em outra, ela comentou sobre a complexa situação financeira que se encontram mãe e filha, escrevendo: "O fato é que FBC (Frances Bean Cobain) está enganada. Ela acha que tem todo esse dinheiro. O ponto é que eu tenho todo o dinheiro que ela tem."

As explosões de Love vinheram depois que Frances foi colocada sob tutela de sua avó, Wendy O'Connor, e sua tia Kimberly, irmã de Kurt.

As razões por traz da troca da custódia não vieram a público, mais especula-se que seja devido ao fato de Courtney ter tido uma recaída no uso indevido de drogas. Mais uma coisa parece evidente - é a decisão da própria Frances para escapar de sua mãe.

E essa não foi a primeira vez que Love perdeu a custódia de sua filha. Em 2003, Frances foi
mandada viver com sua avó paterna quando Love foi mandada para a reabilitação.

No entendo, até agora que ela oficialmente chegou a idade adulta, não vai ser fácil para Frances viver sua própria vida.

O suicídio de seu pai e a personalidade tempestuosa que sua mãe tem, obviamente, dominou a maior parte de sua infância.

Para seu 16º aniversário, uma festa financiada por sua mãe tinha impressões digitais de Love por toda parte. Realizada na House Of Blues, restaurante em Los Angeles, ao invés de um "Sweet 16", o tema era chamado "RIP Childhood" (Descanse em paz, infância), com convidados que pareciam estar mortos. Um amigo de Frances que passou a quase a noite toda parecendo um miserável acrescentou: "Apesar de não haver despesa poupada, ela sentiu que não conhecia ninguém que estava lá e que sua mãe tinha convidados vários amigos para impressiona-los."

Certamente o tema era questionável, já que o pai de Frances tirou a própria vida. Kurt Cobain cometeu suicídio em sua própria casa no dia 5 de Abril de 1994. Ele atirou na própria cabeça e tinha grande quantidade de heroína no sangue. Ele tinha apenas 27 anos.

A última vez que Frances viu o pai foi uma semana antes quando, com 22 meses de idade, ela foi visita-lo no Exodus Recovery Center, uma unidade de reabilitação da Califórnia especializada em tratamento de toxicodependentes. De acordo com fontes, os dois tocaram e Kurt cantou para ela.

Na cata de suicídio de Kurt Cobain, ele fez uma referencia direta a sua filha Frances, dizendo: "Por Frances... pela a sua vida, que será muito mais feliz sem mim." As palavras revelam o quanto Cobain amava sua filha. E apesar dos problemas dele e de sua companheira e mãe de Frances, Courntey Love, com drogas - com o rumor de que Courtney usou heroína do começo da gravidez - parece que eles estavam unidos por seu amor por Frances.
Frances Bean Cobain nasceu em Los Angeles no dia 18 de agosto de 1992. Acredita-se que ela recebeu esse nome por causa de Frances McKee, o guitarrista da banda indie escocesa The Vaselines.

O nome do meio, Bean, foi colocado porque Kurt achava que ela parecia um feijão no ultra-som.

Agora parece que a adolescente está determinada a não usar o seu status de celebridade. No começo deste ano, Love afirmou que não quis saber de ser Bella em "Crepúsculo" e que Tim Burton queria ela em "Alice no País das Maravilhas".

Talvez em um esforço para deixar sua própria marca, Frances organizou uma amostra de arte em LA com o pseudonimo de Tim Fiddle no inicio deste ano. A exposição, de desenhos feito na maior parte de carvão mineral, for chamada de "Scumfuck" e tem retratos macabros de rostos e imagens.Não era, talvez, um tema surpreendente para uma menina com pais tão problemáticos. No entanto, a partir deste mês, Frances começará a fazer faculdade na Bard College, em Nova York.

Mais como Frances Bean é muito rica, agora que ela terá seu próprio fundo, é dificil saber com certeza.

O fundo foi criado em 1997, três anos depois da morte de Kurt.

Muitos detalhes só foram revelados por Love, cujas lembranças são um pouco confusas. Ela alegou, no começo do ano, que Frances receberá 40 mil doláres (mais de £25 mil) por mês.
Mais fontes independentes afiram que Frances só vai receber esse enorme dividendo mensal agora que ela ficou de maior e irá durar até o fim de sua vida - ou até o fundo se esgotar. E em setembro de 2009, pouco antes de Love perdeu a guarda de sua filha, ela foi proibida de acesar o fundo que foi deixado para sua filha.

O Laird Norton Tyee Trust Company - junto com o administrador do fundo de Frances - também apresentou documentos legais em fevereiro deste ano pedindo par que Love apresente documentos que mostrem como o fundo de sua filha estava sendo gasto. Mas Love alegou que £300 milhões tenha sido roubado dela por fraudadores desde 2003 e ainda contratou investigadores para tentar localiza-los. Em outubro passado, ela disse aos amigos que tinha seu ultimos £75 e poderia não ter recursos para alimentar sua filha.

A verdade permanesse obscura, mais não é dificil ver porque as relações são tensas entre Love e Frances.

A terrivel ironia da carta de suicídio de Kurt é que, apesar de não ter deixado a vida de sua filha mais feliz, ele a deixou muito rica.

No entanto, ele a deixou sozinha para lidar com sua mãe rebelde - e isso é um legado que nenhuma quantidade de dinheiro pode recompensar.



Fonte: The Sun
Tradução: Brenda Dawson

segunda-feira, agosto 16, 2010


Parabéns, Madonna!

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Hoje, dia 16 de agosto, a maior cantora pop de todos tempos, Madonna, completa 52 anos! E nada mais digno do que falar um pouco sobre a vida e a carreira dessa artista aqui no Those Reckless!

Madonna nasceu no dia 16 de agosto de 1958 em Bay City, no estado de Michigan, EUA e perdeu sua mãe ainda muito nova, quando tinha apenas 5 anos. Considerada a "Rainha do pop", ela já vendeu mais de 300 milhões de albuns. Alguns dos maiores hits da música pop são de Madonna, como "Holiday", "Like a Virgin", "Like a Prayer", "Vougue" e "4 minutes".

Madonna têm muitos prêmios importantes, como 10 Grammy, 2 Globo de Ouro, 4 EMA e é a maior vencedora do VMA da história, com 21 prêmios.

Além de cantora, Madonna já fez alguns filmes, tanto como atriz quanto como diretora, alem de ser também escritora, bailarina, produtora de peças de teatro, modelo e empresária.
Madonna foi a cantora que começou a mostrar sua opinião sobre religião, sexo e politica que inunda o cenário pop da atualidade.

Madonna tem 4 filhos, sendo 2 biológicos e 2 adotados. Lourdes Maria, a Lola, é a filha mais velha (13 anos), fruto do relacionamento de Madonna com seu personal trainer Carlos Leon. Depois de se separar de Carlos e conhecer Guys Ritchie, com quem ficou casada quase 8 anos, Madonna têm Rocco. Em 2006 Madonna adota David Banda e em 2009, Mercy James, os dois nascidos no Malawi.


Bom, no dia 14 (sábado), Madonna saiu com a filha Lola, Jesus Luz e alguns amigos para comemorar seu aniversário, e nas fotos podemos ver que Madonna continua linda!


Lourdes Maria e Madonna na comemoração dos 52 anos da popstar.



Madonna com um vestido cinza e uma cruz no pescoço, que causou certa polêmica.



Madonna entrando no Shoreditch House, seguida por Lourdes Maria que se parece muito com a mãe quando era mais jovem.


Quero desejar a Madonna toda a felicidade do mundo e que ela continue fazendo o que sabe fazer melhor! Desejo a toda sua familia paz, amor, carinho e com certeza, animo e força, para que possam coontinuar esse legado tão bonito!

quinta-feira, agosto 05, 2010


Há 48 anos, morria Marilyn Monroe

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5 de agosto de 1962, uma tragédia. Em uma casa localizada na rua Helena Drive, no bairro de Brentwood, entre as Colinas de Beverly Hills e Malibu, foi encontrada morta uma das maiores estrelas do cinema, Marilyn Monroe, aos 36 anos, no auge da beleza. Ao lado dela, um frasco de remédio para dormir e a primeira impressão de que havia sofrido uma overdose – intencional ou acidental.


Passados 48 anos, completados nesta quinta-feira, a morte de Norma Jean Baker, seu nome de batismo, intriga a todos. São várias as teorias. Uma delas é que, sob forte depressão, teria se matado após ouvir que o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, queria terminar o romance proibido. Outra mais extremista afirma que suas conexões com a família Kennedy e o chefe da máfia, Sam Giancana, representaram uma ameaça à segurança nacional, o que resultou num assassinato.

Tudo não passa de mera suposição. Só o que se sabe é que durante 30 meses, de janeiro de 1960 a agosto de 1962, Marilyn frequentou assíduamente o consultório do psicanalista Greeson, a última pessoa a vê-la em vida e a primeira a vê-la morta. Aquela que havia sido um ícone de beleza e sensualidade, com a vida badalada pelos holofotes da fama, enfrentava a angústia e o vício em álcool e remédios, o que lhe rendeu o corte do elenco de Something's Got to Give (1962), seu filme inacabado.

Infância difícil

Apesar de todo o glamour que a fama a ofereceu e a expôs, sua vida no começo não foi nada fácil. Na infância, foi abandonada pela mãe após ser internada numa clínica psiquiátrica e passou bons anos em orfanatos até se mudar, em 1937, para a casa de Grace Mckee Goddard, amiga da família. Após transferência do marido, o casal ficou sem condições de criá-la, o que a obrigou a escolher se casar, aos 16, com James Dougherty, de 21 anos, em 1942.

Após a transferência de Dougherty pela Marinha, em 1944, Norma começou a fotografar roupas de banho e em pouco tempo tornou-se uma modelo respeitável e apareceu em várias capas de revistas. Foi um passo para se inscrever em aulas de teatro, porém, com a volta de Jimmy, em 1946, teve que fazer outra escolha: o casamento ou a carreira. Para nossa sorte, escolheu a segunda opção.

Carreira brilhante

Foram 30 filmes na sua breve carreira. Assinou contrato com a Twentieth Century Fox, em que ganhava 125 dólares por semana, no mesmo ano de sua separação e logo tingiu o cabelo de loiro e mudou o nome para Marilyn Monroe - sobrenome da sua avó materna. Mas foi só em 1947 que apareceu pela primeira vez na telona, em ponta no filme Sua Alteza, a Secretária.

Ladies of Chorus, de 1948, no qual cantou duas músicas, lhe rendeu um pequeno destaque. Em 1950, conseguiu papéis relevantes no suspense O Segredo das Jóias, da MGM, e no clássico A Malvada, da Fox, com Bette Davis, em papéis de sensualidade marcante. Mas foi em Torrente de Paixão (1953), Os Homens Preferem as Loiras e Como Agarrar um Milionário (1953) que ela viraria a mulher mais famosa e desejada da América.

Um ano mais tarde, se casaria com o jogador de baseball Joe DiMaggio, em São Francisco, na Califórnia, com quem ficou por apenas nove meses. Após esse período, Marilyn foi para Nova York ter aulas de atuação e conheceu o prestígio da crítica com os grandes sucessos O Pecado Mora ao Lado (1955), Nunca Fui Santa (1956), O Príncipe Encantado (1957) e Quanto Mais Quente Melhor (1959), que lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Comédia.

Em 1960, Marilyn apareceu em Adorável Pecadora (1960), com Yves Montand, com quem teve um caso, e fez Os Desajustados (1961) com Clark Gable e Montgomery Cliff, em papel escrito pelo seu outro marido, o dramaturgo Arthur Miller, e mostrou a uma crítica desacreditada sua versatilidade no drama. Em 1962 foi escalada para Something’s Got to Give, mas seus atrasos e problemas com drogas acabaram no rompimento do contrato.

Últimas imagens

Já maltratada pelos vícios, mas ainda muito bela, Marilyn foi ao hotel Bel Air e passou uma tarde com o fotógrafo Bert Stern. Foi o último ensaio da diva de Hollywood, que ficou guardado até os anos 80, quando foi publicado.

Stern chegou a dizer que ela, enquanto fotografava, consumiu muita bebida e possivelmente teria tomado outra substância. As imagens de Marilyn nua, exposta, contrastavam com o olhar misterioso de quem passava por momentos bem tensos e intesos àquela altura.

Pouco depois morria a estrela. Seu segundo marido, Joe DiMaggio, chegou a enviar seis rosas vermelhas para sua sepultura três vezes por semana, durante 20 anos, após a trágica morte.


Fonte: Virgula
Além dessa matéria, o Portal Virgula também fez uma galeria com fotos maravilhosas da Marilyn que vocês podem conferir aqui.


Eu sou muito fã da Marilyn e sei o tanto que essa loira faz falta. Quem nunca assistiu um filme dela, assista! Você não vai se arrepender! O Virgula resumiu a vida dela, e que vida! Espero que ela esteja descançando em paz, já que sua vida foi sempre muito conturbada. Marilyn Monroe forever.

quarta-feira, agosto 04, 2010


Banho Imundo

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O desastre no Golfo do México chocou o mundo todo. Apesar de bastante comentedo, esse assunto já foi esquecido por grande parte da midia mundial.
Com o intuito de reivindicar essa falta de atenção, a fotoógrafa americana Jane Fulton criou um ensaio mostrando pesoas saindo da água cobertas de óleo. O ensaio mostra como ficaram os banhistas depois que o vazamento de petróleo atingiu as praias.
São imagens tristes e chocantes, mais se para estas pessoas basta chegar em casa e tomar um bom banho para os animais é bem mais complicado do que isso. Eles mal sabem com o que estão lidando e estão morrendo aos milhares por causa desta falha humana.
Não podemos deixar de lado essa catastofre e precisamos ficar atentos para cuidar do mundo em que vivemos se quisermos contnuar aqui.


Fonte: Blog da Emme

Apesar de ser um post relativamente antigo, eu fiquei chocada com as fotos e quis dividir com vocês :)

segunda-feira, agosto 02, 2010


Cala a boca, Datena!

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Todo mundo conhece o Datena por suas polêmicas incessaveis, e no dia 27 de julho ele falou mal dos ateus, passando dos limites! Durante o programa ele faz uma enquete, e a enquete do dia 27 foi perguntando se você acreditava em Deus ou não. Quando Datena percebeu que muitas pessoas estavam votando "não", Datena se revoltou e acabou atacando de forma muito rude os ateus. No dia do acontecimento, a tag #CalaBocaDatena ficou nos Trending Topics (tópicos mais comentados) do Twitter, mostrando a raiva e indignação de todos os ateus. As frases abaixo são algumas das frases que Datena disse no programa, ao vivo, sem o minimo de respeito aos ateus e o sem o minimo senso do ridiculo, com um preconceito gritante:

"Como nós temos mais de mil ateus? Aposto que muitos desses estão ligando da cadeia."

"Ateus são pessoas sem limites, por isso matam, cometem essas atrocidades. Pois elas acham que são seu próprio Deus."

"É só perguntar para esses bandidos que cometem essas barbaridades para ver que eles mnão acreditam em Deus."

"Quem é ateu pode desligar a televisão, ou mudar de canal pois eu não faço questão nenhuma de que assistam o meu programa."

Essa atitude do Datena foi ridicula e, caso ele não tenha percebido, também cometeu crimes: calúnia, difamação e injúria.
Não é porque a pessoa não acredita em Deus que ela necessariamente é uma pessoa má. Nós, infelizmente, vemos casos de padres pedófilos e pastores que roubam os seus fiéis e isso só prova que a religião não é a principal coisa que torna uma pessoa um fora da lei.
Todos nós esperamos que o Datena controle mais suas palavras e respeite a todos, sem esse preconceito idiota.
Eu não sou ateia, sou da Igreja Católica Ortodoxa, mais respeito todas as religiões pôs também gosto de ser respeitada.